sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu e os esportes, mais uma vez

Minha família, por parte de pai, sempre foi de Corinthianos fanáticos. Talvez meu pai torcesse para que nascesse um garotinho, pra colocar as chuteiras e treinar chute a gol. Mas eu vim, e ele nunca pareceu arrependido, apesar de eu nunca ter calçado uma chuteira e nunca ter feito um gol nas duas vezes em que eu joguei. Até o ensino fundamental eu fui uma boa corinthiana! Sabia a escalação e ia com a minha camisa pra aula. Esse fervor foi passando conforme eu ia crescendo... sabia os resultados mas não me envolvia.
Até que a série B chegou. De sábado, meu pai não podia ver os jogos, então eu acompanhava e mandava por celular os gols e o resultado.
Me empolguei.
Na quarta, teve jogo no Pacaembu. Por volta das 20h eu tava nas Clínicas, voltando do estágio. Que coisa doida... aquele mar de gente sinceramente feliz, cada um com a camisa preferida.
No fim, acho que meu pai prefere ter tido uma garotinha.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Da fragilidade

Eu sempre me achei mais sensível do que a maioria. Na verdade não sei se sensível é a palavra exata, é meio piegas, mas por falta de um termo melhor, usemos sensível então.
Frequentemente eu tenho estalos durante o dia. E eles me fazem ficar... hmmm, comovida é uma palavra melhor.
Ou a senhora que anota as aulas no caderninho, ou o senhor que parece não ligar pra nada, mas depois tá lá, todo deslocado e recolhido, o garoto que tem os sonhos mais loucos do mundo, mesmo no fundo sabendo que dificilmente ele pode realizar algum deles.

"Vou cuidar dos meus, que a noite vem..."



Já foram ver?
Não??
Corram!













Ouvindo: Vinde a mim, Dance of Days

sábado, 31 de outubro de 2009

Vaudeville

...E sabe amor, já não há
como conseguir parar todos os erros
viciados que aprendemos...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dearest...

É uma vergonha ter só 24 posts. Se esse blog soubesse da quantidade de posts mentais que me surgem todo dia... na verdade seriam mais tweets mentais com um tequinho a mais de 140 toques.

Ando meio separatista. Cada um com seus problemas, eu cuido dos meus e dos problemas de quem EU escolhi cuidar (e de quem deixou ser escolhido, lógico).
Porque a gente não vai na casa de ninguém encher o saco.

Nunca imaginei que fosse administrar tão bem meu tempo. Ok, a internet é má, e se deixar eu passo o dia sem perceber que eu passei o dia em aplicativos from hell. Mas quando eu comparo o meu estado atual com o estado de quem tem menos ou a mesma coisa que eu pra fazer, me sinto bem. Meus trabalhos não estão adiantados nem atrasados, dou conta do meu estágio, passei a dormir só uma hora a menos (mais ou menos), vejo meu menino com uma frequência um pouco menor, mas ainda assim positiva. Só me sinto em débito com filmes/seriado/livros/mp3.

Nunca imaginei que fosse administrar tão bem meu dinheiro. Compro tudo o que eu quero, contando que não seja exagerado e muito inútil, e ainda assim, me sobra algo pra colocar na poupança.

Sigo firme e forte com a minha pulseira de pimenta.
O resto que vá atrás do que eu encontrei.

(Ah, fiquei apaixonada pelo filme Os Vigaristas http://www.amalgama.blog.br/10/2009/os-vigaristas/ , embora, concordando com essa crítica aí do lado, acho que o filme perde um pouco no fim. Mas recomendo e muito, tem o típico começo de filme que eu adoro.)

Ouvindo: The Ataris (soooo 2002), If you really want to hear about it.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Opa!

Faz tanto tempo que eu não escrevo nada aqui que até fico com vergonha de voltar.
Desculpa meu querido, às vezes só acho que não tenho muito o que compartilhar. Ou compartilho tanta coisa comigo mesma que quando chega a hora de sentar frente ao pc, tudo já está resolvido ou eu nem lembro mais sobre o que eu queria falar.

Voltando das minhas férias forçadas, voltei a andar de ônibus também. Voltando a andar de ônibus, voltei a ouvir meu mp4. Sou um horror de metódica. A lista do que eu ouvia seguia a ordem alfabética da lista de mp3 do pc (ok, um tratamento caia bem, I know). Dessa vez resolvi ser radical e colocar coisas ao acaso.
Bateu uma vontade louca de voltar a ouvir Dance of Days. Não que eu tenha parado de ouvir, mas já que não consigo ficar mais em casa coçando e ouvindo música (e nem andei mais de ônibus), a frequencia com que eu ouvia as coisas que eu gosto também diminuiu.
Se eu não me engano comecei a acompanhar a banda em 2002 ou 2003.
Resolvi colocar tudo o que eu tenho deles de uma vez só no mp4.
Incrível como certas coisas não mudam (ou será que eu não mudo?)
Tudo continua me dizendo tanto que eu nem sei como não citam meu nome.



Ouvindo : Aquilo ali em cima :)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

...

Sobre o último post ainda:

Me rendo!

Juliana Paes casou com uma bananeira uns capítulos atrás.
E juro pra vocês, a bananeira estava enfeitada e desconfio de que a família dela estava acompanhando-a nesse momento tão emocionante da vida dela.

(uma coisa boa pra salvar a novela: Bruno Gagliasso está ó-t-i-m-o.)

Alguém viu o Oscar? Duvido, mas duvido mesmo que "Quem quer ser um milionário" seja mais bonito do que "O curioso caso de Benjamim Button".
Mas eu não mando em nada.

Ouvindo: Angra, Extreme Dream.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Danceteria?

Justifico minha ausência! Estive viajando... e antes disso a preguiça de início de ano invadiu meu lar. Porque existe a animação de primeiros dias do ano. Você tem mil projetos e quer fazer tudo. Daí vem a preguiça dos dias seguintes a esse. Você sabe que no fundo vai continuar praticamente a mesma coisa.
Mas meu assunto não é esse! Meu assunto é a novela brega que estreiou faz umas semanas.
Caminho das Índias. Se não soubesse que era da Glória Perez, ia achar que era a nova empreitada de Íris Abravanel.
Sou noveleira, assumo. Herdei da minha mãe, que não perde uma, só as das emissoras coadjuvantes. Se bem que as novelas infantis do SBT, Betty a Feia, e Pedro o Escamoso fizeram sucesso aqui em casa.
Uma novela da Glória Perez já é de se desconfiar. Afinal foi ela quem deu um papel para Ricardo Macchi...
Toda novela dela é um poço de referências e ideias esdrúxulas. O Dr. Albieri fez um clone humano usando... acho que era uma lupa, ou algo parecido.
Só ela faz todo mundo falar português nos Estados Unidos, só ela faz o Murilo Benício conversar com um boi, só ela dá aquele toque brega especial em cada detalhe.
Agora ela faz todo mundo na Índia falar português, A Juliana Paes fala inglês com o Alexandre Borges que responde em português. Ela usa o termo danceteria, meu Deus! Jurava que ele tinha sido enterrado nos idos de 1995. Ela faz o Vitor Fasano dançar algo digno de se ter vergonha alheia. Aliás, as "danceterias" da Globo sempre foram muito miadas. Com essa não é diferente, Gente que parece parada no tempo dançando músicas paradas no tempo também.
Ela é mestra em criar expressões. Até hoje eu emprego "muito ôro, inshalah!". Ok, só com a minha mãe, porque com a elite intelectual que me cerca, não pega bem.
To achando que "firangi estrangeira" vai pegar. De 3 pessoas aqui em casa, 2 utilizam, S-U-C-E-S-S-O.
Enfim, eu, se fosse você, perderia 1 horinha pra assistir. É a autêntica expressão da breguice teledramatúrgica nacional.
Eu não abro mão.

Ouvindo: Aerogramme, A life worth living.